sexta-feira, 6 de abril de 2012

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos...



Sempre é preciso saber
quando uma etapa chega ao final.

Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário,
perdemos a alegria
e o sentido
das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos,
fechando portas,
terminando capítulos,
não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado
os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada
desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo
se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo
que não dará mais um passo
enquanto não entender as razões
que levaram certas coisas,
que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em pó.

Mas tal atitude
será um desgaste imenso para todos:
seus pais, seu marido ou sua esposa,
seus amigos, seus filhos, sua irmã...
Todos estarão encerrando capítulos,
virando a folha,
seguindo adiante,
e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo
no presente e no passado,
nem mesmo quando tentamos
entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará:
não podemos ser eternamente meninos,
adolescentes tardios,
filhos que se sentem culpados
ou rancorosos com os pais,
amantes que revivem
noite e dia
uma ligação com quem já foi embora
e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam
e o melhor que fazemos
é deixar que elas realmente possam ir embora.

Por isso é tão importante
(por mais doloroso que seja!)
destruir recordações,
mudar de casa,
dar muitas coisas para orfanatos,
vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível
é uma manifestação do mundo invisível,
do que está acontecendo em nosso coração
e o desfazer-se de certas lembranças
significa também abrir espaço
para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando
nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo,
não espere que reconheçam seu esforço,
que descubram seu gênio,
que entendam seu amor.

Pare de ligar sua televisão emocional
e assistir sempre ao mesmo programa,
que mostra como você sofreu com determinada perda:
isso o estará apenas envenenando
e nada mais.

Não há nada mais perigoso
que rompimentos amorosos que não são aceitos,
promessas de emprego
que não têm data marcada para começar,
decisões que sempre são adiadas
em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo
é preciso terminar o antigo:
diga a si mesmo que o que passou,
jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época
em que podia viver sem aquilo,
sem aquela pessoa...
Nada é insubstituível,
um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio,
pode mesmo ser difícil,
mas é muito importante.

Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho,
por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente
aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

Feche a porta,
mude o disco,
limpe a casa,
sacuda a poeira.

Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.


Paulo Coelho

sábado, 24 de março de 2012

As pessoas não deixam empresas, deixam gestores...



Mercado aquecido, volta à guerra por talentos e também a busca desesperada de ferramentas, metodologias e ações de curto prazo que (acreditamos) garantirão a tão desejada retenção de talentos.
Estas metodologias e ações existem e de fato apresentam certo resultado. Mas acredito que se estas ações forem pontuais e isoladas há o risco delas terem um efeito “band aid” que não resolve o problema de fato.

Um exemplo disto é quando uma organização “retém” seus profissionais cobrindo a oferta financeira feita pela concorrência. O efeito “band aid” pode trazer um alívio momentâneo mas também pode esconder alguns sintomas que serão sentidos mais tarde, como uma estrutura de cargos e salários com problemas de equidade interna ou ainda reforçar culturalmente que esta é a única maneira que os profissionais na empresa recebem aumento.
Para alcançar a retenção de talentos, acredito eu, é preciso um conjunto de ações que serão desenvolvidas e talvez orquestradas pela área de Recursos Humanos, porém não serão de execução desta área.

As pessoas não deixam empresas, deixam gestores. Só o gestor tem a possibilidade de conhecer os anseios e motivações de seu time. E isto nem sempre se refere unicamente ao gestor imediato. Olhar a gestão (ou a falta dela) dois ou até três níveis acima é perfeitamente normal. E esta avaliação também afeta a retenção de talentos.

Culpar o RH pela não retenção dos profissionais é como o técnico do time de futebol culpar o fabricante da chuteira porque perdeu o campeonato. A área de RH só cria as ferramentas e ensina a utilizá-las. Quem tem que colocá-las em prática são os gestores.
Se o diferencial de uma empresa para outra não for a gestão ou fatores ligados à qualidade dela, então podemos partir para uma premissa de que todas as empresas são muito parecidas e o que muda de uma para outra é o salário. E se isto fosse verdade caberia aos profissionais única e exclusivamente ir atrás do salário mais alto.

Como headhunter encontro todos os dias profissionais altamente engajados que não pestanejam ao recusarem uma nova oferta de trabalho, independentemente do salário oferecido. A justificativa para isto geralmente está intimamente ligada à gestão.

Mas é importante lembrar também que fazer gestão requer tempo e investimento em planejamento. Se os gestores forem única e exclusivamente cobrados e remunerados pelo atingimento das metas de curto prazo e gestão não for uma ação reconhecida como importante e vital na avaliação destes gestores, a organização desenvolverá apenas ótimos executores de metas não profissionais inspiradores que retém seus profissionais.

Gestão não é fácil de fazer, nem de mensurar e também não aparece nos resultados de curto prazo, mas é a única chave-mestra para reter os profissionais.

Você S/A

Abacaxi

Este é um exelente texto, e todos os Gestores deveriam compartilhar com suas equipes e nas suas empresas, independente da situação, apenas para uma boa reflexão.


Numa grande empresa trabalhava Álvaro, um funcionário sério, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo, já com 20 anos de casa.Um belo dia, Álvaro vai ao presidente da empresa fazer uma reclamação:

- Tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, e agora me sinto um tanto injustiçado. Juca, que esta conosco ha somente três anos, esta ganhando mais que eu.

O patrão fingiu não ouvi-lo e, cumprimentando, falou:

- Foi bom você ter vindo aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá ajudar-me. Estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa para o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Vá até lá e verifique se tem abacaxi.

Álvaro, sem entender, saiu da sala e foi cumprir a missão a ele designada. Em cinco minutos estava de volta.

- Como foi? - disse o patrão. - Verifiquei como o senhor mandou e a barraca tem o abacaxi, disse Álvaro.

- E quanto custa cada? - perguntou o patrão.

- Isto eu não perguntei! - respondeu Álvaro.

- Eles possuem quantidade suficiente para atender todos os funcionários? - perguntou o patrão.

- Não sei. - respondeu Álvaro.

- Muito bem, Álvaro, sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco.

Pegou o telefone e mandou chamar o Juca. Quando Juca entrou na sala o patrão foi logo dizendo:

- Juca estou querendo dar ao nosso pessoal uma sobremesa para o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas, vá até lá e verifique se tem abacaxi. Em oito minutos Juca estava de volta.

- E então, Juca? - perguntou o patrão.

- Tem abacaxi, sim. Tem quantidade suficiente para todo o pessoal e se o senhor quiser eles tem também laranja e banana. - E o preço? - perguntou o patrão.

- Bom o abacaxi eles estão vendendo a R$1,00 o quilo, a banana a R$0,50 o quilo e a laranja a R$20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a quantidade era grande eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado o abacaxi. Caso o senhor resolva, eu confirmo.

Agradecendo a Juca pelas informações o patrão dispensou-o e voltou-se para Álvaro na cadeira ao lado e perguntou-lhe: - Você perguntou alguma coisa quando entrou em minha sala hoje.

O que era mesmo? - Nada sério, patrão - respondeu Álvaro.
Texto de autor desconhecido.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Treine seu cérebro para emagrecer e se manter magro

Médicos e cientistas são unânimes quando se trata do segredo para emagrecer: basta ingerir menos calorias do que seu corpo gasta. Isso é um conceito simples de se entender, mas muito difícil de ser colocado em prática, como se pode ver pelo aumento da obesidade na população do mundo todo. Nesses últimos anos, a ciência tem oferecido algumas técnicas inovadoras que aumentam a eficácia dos programas de emagrecimento e ajudam as pessoas a se manterem magras.

Programas de emagrecimento, em geral, fazem uso de exercícios físicos para aumentar o gasto calórico, bem como a redução da ingestão de calorias através da reeducação alimentar. Cientistas da Suécia desenvolveram programas de emagrecimento baseados em terapia cognitiva que se demonstraram eficazes para a redução de peso no curto prazo e que mantiveram seu efeito mesmo um ano e meio após o tratamento. No Canadá, pesquisadores utilizaram técnicas emprestadas da psicologia esportiva para elevar o sucesso de programas de perda de peso.

Segundo os pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade McGill, no Canadá, apenas dizer para as pessoas mudarem sua alimentação não funciona. Estudos mostram que elaborar um plano concreto com objetivos e ações necessárias aumenta as chances desses objetivos serem atingidos, mesmo que o objetivo seja se alimentar corretamente. O que esses pesquisadores descobriram é que eles podiam adicionar técnicas de visualização ao plano de ação para aumentar a chance de sucesso. Essas técnicas, emprestadas da psicologia esportiva, consistiam em visualizar onde, quando e como a comida seria comprada, preparada e consumida.

Um programa desenvolvido na Suécia, no Karolinska Institutet, mostrou que uma terapia cognitiva de redução de peso de apenas 10 semanas é suficiente para garantir que os resultados sejam duradouros. Das 105 pessoas obesas que fizeram parte do estudo, os que passaram pelo programa tiveram uma perda média de peso de 8,5kg após as 10 semanas de tratamento. Após 18 meses do fim do tratamento, a perda média de peso já estava em 10,4kg. Os que não passaram pelo tratamento tiveram, durante todo o período, um ganho médio de 2,3kg.

Esse mesmo grupo de pesquisadores realizou um novo estudo comparando uma versão levemente modificada dessa terapia cognitiva com um outro programa que incluía atividade física moderada e técnicas comportamentais. Os programas consistiam em sessões de 2 horas semanais e duraram 10 semanas. A perda média de peso entre os que fizeram a terapia cognitiva foi de 8,6kg, enquanto os que utilizaram atividade física e técnicas comportamentais perderam 0,7kg. Essa diferença entre os dois grupos se manteve significativa mesmo 18 meses após o tratamento.

Mas como funciona uma terapia cognitiva? De acordo com a Dra. Judith Beck, da Universidade da Pennsylvania, a terapia cognitiva busca ajudar o paciente a superar suas dificuldades identificando e mudando suas respostas emocionais, comportamentais e psicológicas disfuncionais. Para as pessoas que querem perder peso, ela sugere o aprendizado de algumas habilidades críticas:
  1. Motivação. A primeira tarefa que elas devem fazer é escrever uma lista das 15 a 20 razões por que elas querem perder peso e ler essa lista diariamente.
  2. Planejamento e auto-monitoramento. Uma razão típica para a fracasso de uma dieta é a preferência pela espontaneidade. As pessoas devem preparar um plano e aprender a cumpri-lo.
  3. Superação de pensamentos sabotadores. As pessoas têm centenas de pensamentos que resultam em comportamentos de alimentação não saudáveis. Uma sugestão para superar esses pensamentos é sempre se lembrar de alguns pontos-chave, como por exemplo: que não compensa o curto momento de prazer de ter comido algo que não estava planejado, frente ao arrependimento posterior; que a balança não precisa diminuir todo dia; que se merece crédito por cada comportamento saudável adotado.
  4. Tolerância a fome e gula. Pessoas obesas geralmente confundem as duas. Você sente forme quando seu estômago se sente vazio. Gula é aquela vontade de comer, geralmente sentido na boca ou garganta, mesmo quando o estômago está cheio. É importante aprender a distinguir e controlar a fome e a gula.
Dessa forma, a terapia cognitiva é um complemento às dietas receitadas pelos nutricionistas e às atividades físicas, pois ela ajuda os pacientes a determinarem seus objetivos e a alcançá-los. A principal mensagem da terapia cognitiva para quem faz dieta é que os problemas para se perder peso não são culpa de ninguém. Os problemas simplesmente refletem a falta de habilidades, as quais podem ser aprendidas e dominadas através da prática, sendo incorporadas ao seu cotidiano pelo resto da vida.

Fonte: Cerebro Melhor

A Conta Bancária Emocional

Apenas um trechinho do livro "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes", achei interessante compartilhar com todos, vale a pena ler.

Todos nós sabemos o que é uma conta bancária financeira. Fazemos depósitos e acumulamos reservas que nos permitem realizar saques quando necessário. Uma Conta Bancária Emocional é uma metáfora que descreve a quantidade de confiança que se acumulou em um relacionamento. Cuida da sensação de segurança que se tem com outro humano.

Se eu fizer depósitos na Conta Bancária Emocional que tenho com você, através da cortesia, gentileza, honestidade e observação dos compromissos que assumi com você, estou fazendo uma reserva. Sua confiança em mim torna-se maior, e posso contar com esta confiança sempre que for preciso. Posso até cometer erros que o nível de confiança, a reserva emocional, os compensará. Meu modo de comunicar as mensagens pode não ser claro, mas você compreenderá seu sentido, de algum modo. Você não me considerará um "eterno ofendido". Quando a conta da confiança é alta, a comunicação é instantânea, fácil e eficaz.

Mas, se eu tiver o costume de demonstrar falta de cortesia, desrespeito, desatenção, desconsideração e arbitrariedade; se eu trair sua confiança, interromper suas conversas, ameaçá-la ou bancar o dono da sua vida, minha Conta Bancária Emocional vai ficar no vermelho. O nível de confiança atinge um nível muito baixo. Neste caso, que flexibilidade me resta?

Nenhuma. Estou andando em terreno minado. Preciso ser muito cuidadoso com tudo que falo. Medir cada palavra. Viver tenso, fazendo média, evitando ser pego de surpresa. Muitas organizações estão cheias disso. Muitas famílias estão cheias disso. Muitos casamentos estão cheios disso.

Se uma reserva de confiança abundante não recebe depósitos contínuos, o casamento se deteriora. Em vez de uma comunicação rica e espontânea, e do entendimento, a situação cai na acomodação, onde as duas pessoas simplesmente tentam viver em estilos independentes, em um modo relativamente respeitoso e tolerante. O relacionamento pode se deteriorar mais ainda, chegando à hostilidade e à atitude defensiva. As reações de confronto ou afastamento provocam guerras verbais, portas batidas, recusa em conversar, distanciamento emocional e autocomiseração. Isso pode acabar numa guerra fria dentro de casa, que não explode apenas por causa das crianças, sexo, pressão social ou proteção da imagem. Ou pode acabar em guerra total declarada, nos tribunais, onde as batalhas legais dos egos feridos podem ser levadas adiante durante anos, enquanto as pessoas confessam interminavelmente os pecados do antigo cônjuge.
E tudo isso acontece dentro do relacionamento mais íntimo, alegre, satisfatório, potencialmente rico e produtivo possível entre duas pessoas deste mundo. O farol P/CP está aí. Podemos nos atirar contra ele ou usá-lo como uma luz guia.
Nossos relacionamentos mais constantes, como o casamento, exigem os depósitos mais freqüentes.

Devido às expectativas permanentes, os antigos depósitos se evaporam. Se você se encontra de repente com um amigo do colegial, que não vê há anos podem recomeçar do ponto onde parou, porque os antigos depósitos estão lá, intactos. Mas sua conta com as pessoas que se relacionam com você em termos mais regulares exige um investimento mais constante. Por vezes há saques automáticos, em suas interações diárias, ou em função da maneira como o encaram, sem que você sequer perceba. Isso vale particularmente para adolescentes em sua casa.

Suponha que você tenha um filho adolescente, e seu diálogo normal com ele seja do tipo: "Arrume seu quarto. Abotoe a camisa. Abaixe o rádio. Corte o cabelo. Não se esqueça de pôr o lixo para fora!" A médio prazo, os saques superam os depósitos.
Agora suponha que seu filho esteja passando por um processo de tomada de decisões importantes, que afetarão o resto de sua vida. Mas o nível de confiança está tão baixo, e o processo de comunicação tão fechado, mecânico e insatisfatório, que ele simplesmente não consegue ouvir seus conselhos. Você possui o conhecimento e a sabedoria para ajudá-lo, mas como sua conta está no vermelho, ele vai acabar tomando as decisões a partir de uma perspectiva emocional limitada, o que pode resultar em conseqüências maléficas a longo prazo.

Você precisa conseguir um equilíbrio positivo para dialogar sobre estes assuntos delicados. O que faz?

O que aconteceria se você começasse a fazer depósitos na conta do relacionamento? Talvez surja a oportunidade de fazer uma pequena gentileza - levar para casa uma revista sobre skate, caso ele se interesse por isso, ou simplesmente aproximar-se dele quando estiver trabalhando em um projeto e oferecer ajuda. Talvez você possa convidá-lo para ir ao cinema, ou para tomar um sorvete. O depósito mais importante que você pode fazer talvez seja simplesmente escutar, sem julgar, dar um sermão ou desafiar sua autobiografia sempre que ele começa a falar. Escute apenas, e tente compreender. Deixe que perceba sua preocupação com ele, e note que o aceita como pessoa.
Pode ser que ele não reaja no começo. Talvez fique até ressabiado: "O que papai está pretendendo agora? Mamãe está testando alguma técnica nova?" Mas, à medida que estes depósitos genuínos continuarem a ser feitos, eles começam a aumentar seu saldo. Você sai do vermelho.

Lembre-se de que as soluções milagrosas são uma miragem. Construir e reparar um relacionamento leva tempo. Se você ficar impaciente com a aparente falta de resposta ou ingratidão, vai acabar fazendo saques significativos e acabar com o saldo positivo conquistado. "Depois de tudo o que fizemos por você, de todos os sacrifícios, como tem coragem de ser tão ingrato? Tentamos ser legais, e você age assim? Mal posso acreditar!”
Não é fácil ter paciência. Ser proativo exige caráter firme, foco em seu próprio Círculo de Influência, capacidade para estimular o amadurecimento, e não "arrancar as flores para verificar como as raízes cresceram".

Na verdade, não existem soluções rápidas. Construir e arrumar relações são investimentos a longo prazo.

Seis Depósitos Importantes (detalhes no livro vou apenas listar os tópicos)

1 - Compreender o Indivíduo
2 - Prestar Atenção às Pequenas Coisas
3 - Honrar os Compromissos
4 - Esclarecer as Expectativas
5 - Demonstrar Integridade Pessoal
6 - Pedir Desculpas Sinceras Quando Você Faz uma Retirada